Dilma X Serra. Análise de Cesar Maia

Posted on March 10, 2010
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1. As aparições de Dilma vão se sucedendo. Está aceitando convites para festa de 15 anos, batizado e inauguração de vestiário de futebol em clubes de várzea. Inclusive analisa a possibilidade de ser jurada em programa de calouros na TV, aos domingos. E sempre acompanhada de seu amigão, Lula.

2. Por isso, os Institutos medem o potencial de crescimento de Dilma cruzando os que sabem que Dilma é candidata de Lula com as intenções de voto dos candidatos. Em 2009, o GPP fez pesquisas nacionais e foi fazendo estes cruzamentos. E o número foi se estabilizando em torno de 30%. Com isso, a projeção de cenários para 2010 já levava em conta esse patamar.

3. Entre os eleitores que na época sabiam que Dilma era a candidata do Lula, ela tinha 30%. O que está aumentando não é a intenção de voto na Dilma e sim a base (percentual das pessoas que sabem que ela é a candidata do Lula).

4. Não adianta a oposição achar que está tudo errado e bater a cabeça. Está tudo dentro do esperado, acontecendo mais rápido devido à campanha de um só candidato.

5. O DataFolha, recentemente, deu uma diferença a Serra (com Ciro na chapa) de 4 pontos: Serra 32% x Dilma 28%.

6. O GPP, do último trimestre de 2009, mostrou que naquela época, 52,5% dos eleitores sabiam que Dilma era a candidata do Lula. Entre estes, 30,9% marcavam o nome de Dilma e 35,3% marcavam o nome de Serra, entre os quatro.

7. Na medida em que a outra metade souber, e a menos que, por uma razão não identificável na pesquisa, os que sabem hoje decidissem de forma muito diferente dos que saberão amanhã, a tendência é que Dilma esteja se aproximando de seu teto de pré-campanha. E com este entorno dos 30% ela tende a ir chegando às convenções de junho. Depois…, é performance de campanha. Um ou outro.

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Fonte: Ex-Blog do Cesar Maia

Vícios ao volante

Posted on March 10, 2010
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Dicas super importantes para quem acha que sabe dirigir:

Geralmente, os novos motoristas chegam às ruas conhecendo alguma coisa sobre legislação, noções de primeiros socorros e algumas formas de se colocar um veículo em movimento. É triste, mas, no Brasil, boa parte dos recém-habilitados aprende na raça mesmo (quando aprende), enfrentando o dia-a-dia do trânsito urbano. O problema é que, até que isso aconteça, uma quantidade absurda de vícios acaba sendo adquirida pelos novatos ao volante.

Para começar, muitos condutores têm o hábito de acionar o motor e partir com toda pressa do mundo. Tudo bem que a modernidade eliminou dinossauros como o afogador e o carburador, entre outras coisas, mas mesmo os veículos modernos precisam continuar estacionados por cerca de um minuto (dê uma conferida no manual do proprietário do seu carro), em marcha lenta, para que o óleo tenha tempo de lubrificar todas as partes móveis. É uma boa maneira de preservar a durabilidade do motor.

Rodar com o combustível na reserva: evite fazer isso; a sujeira acumulada no fundo do tanque pode entupir a linha de combustível e deixar o motor falhando;

Também não é necessário esperar até que o motor atinja sua temperatura normal de funcionamento com o carro parado, como alguns desinformados gostam de fazer. Além de queimar combustível à toa, essa prática nada mais é que pura perda de tempo.

Nossa lista de vícios ao volante segue com o carro já em movimento. “É muito comum encontrar motoristas que dirigem o tempo todo com o pé esquerdo apoiado sobre o pedal da embreagem. É prejuízo na certa. Além de desgastar o sistema prematuramente, isso pode até aumentar o consumo de combustível porque, dependendo do ‘peso’ do pé, o carro demora a arrancar e o condutor acaba acelerando mais para compensar essa lentidão”, explica Elaine Brito, instrutora de pilotagem defensiva do Centro Pilotagem Roberto Manzini.

Esquecer de calibrar os pneus: dedique pelo menos um dia da semana para dar uma breve atenção aos pneus do seu veículo, assim é possível evitar aumento de consumo, desgastes prematuros e problemas de dirigibilidade;

Ela lembra que o pé esquerdo pode ser colocado no chamado “quarto pedal”, aquele apoio que fica bem ao lado do pedal da embreagem com espaço mais que suficiente. Se o veículo não oferece esse conforto, o assoalho é o lugar para o pé ficar em repouso, pelo menos enquanto não for necessário trocar de marcha.

Outro vício muito comum é a maneira de segurar o volante. Parece que cada um cria o seu estilo, quando o correto é manter as mãos na posição 9h15 – lembre-se da posição dos ponteiros do relógio. “É a forma mais segura de conduzir o carro. Quando usa as duas mãos para segurar o volante, o motorista consegue fazer manobras precisas e reagir mais rápido diante imprevistos no trânsito, que o obriguem a desviar de trajetória repentinamente para evitar um acidente”, diz a instrutora.

Ignorar os retrovisores: antes de mudar de faixa de rolamento, lembre-se de conferir se há algum veículo perto demais trafegando nessa mesma faixa;

Quem prefere guiar com a mão aberta sobre o aro ou ainda com apenas uma das mãos no volante corre o risco de não conseguir escapar de uma situação perigosa no trânsito, que exija reflexo rápido. “A posição 9h15 é ainda mais importante para quem está conduzindo um modelo equipado com air bags. Em uma colisão frontal, a bolsa de ar protegerá normalmente o corpo do motorista que conduz dessa forma, mas quem dirige com uma das mãos no topo do volante, por exemplo, corre o risco de ter o próprio braço empurrado violentamente contra o rosto pelo air bag.”

O volante rende ainda outros vícios. Nas curvas, não é difícil ver condutores colocando uma das mãos na parte interna do aro. A manobra pode parecer mais fácil para alguns, mas é um perigo e tanto. “Algumas pessoas chegam a fraturar um dedo ou até mesmo o punho fazendo isso, o que pode acontecer quando os pneus passam por um buraco e movem o volante bruscamente no sentido contrário ao da curva”, lembra Elaine.

As setas existem, e devem ser usadas: muitos acidentes acontecem justamente porque muitos motoristas simplesmente não querem ter o trabalho de acionar a alavanca que está logo ali, na coluna de direção, bem perto da mão esquerda;

Ela explica como é o jeito certo de guiar nas curvas: gire o volante com as mãos na posição 9h15 e, antes que os braços se toquem – o que não pode acontecer em hipótese alguma –, o condutor deve tirar a mão inversa ao sentido da curva e posicioná-la no topo do volante (se a curva for para a esquerda, a mão direita é que deve ser deslocada).

Há ainda os que preferem colocar o braço esquerdo para fora – deixando para o direito as tarefas de controlar o volante e trocar as marchas – e os que ficam o tempo todo com a mão esquerda no volante e a direita, apoiada na alavanca do câmbio. “É mais uma prática que prejudica o poder de reação do condutor e que, para piorar, pode danificar a transmissão.”

Rodar lentamente pela faixa da esquerda: essa faixa é usada para ultrapassagens; quem prefere velocidades distantes do limite não devem passear por ali, atrapalhando o trânsito

A postura correta diante de volante e pedais é outro aspecto importante, tanto pela segurança quanto pelo conforto. Deixar o encosto do banco inclinado demais ou ficar quase colado à capa da buzina são posturas condenadas. Braços e pernas não podem estar esticados ou dobrados demais. “Para chegar à posição correta, o condutor deve colocar os pulsos sobre o topo do volante. Assim, seus braços ficarão flexionados na medida correta quando ele segurar o aro na posição 9h15”, lembra a instrutora.

Conseqüentemente, as pernas também ficam levemente dobradas, mesmo quando são usadas para acionar os pedais – perna direita esticada para acionar o freio na iminência de uma colisão frontal é risco de fraturas que podem atingir até a bacia. O condutor deve ter esse cuidado também com os veículos que trazem ajustes de altura e profundidade para volante e pedais.

“Queimar” a faixa de pedestres: o motorista que faz isso só fica indignado com essa falta de respeito quando está no papel de pedestre, atravessando a faixa; o mau hábito é penalizado com multa

O trânsito também revela uma série de condutores que acreditam que são grandes pilotos. Eles adoram picos de velocidade: aceleram o quanto podem e depois usam o freio no último instante, com toda a força que têm. “Além de ser um risco para quem faz isso e, principalmente, para quem está ao redor, essa prática aumenta drasticamente o consumo de e desgasta prematuramente as pastilhas e lonas de freio”, afirma Elaine.

A instrutora lembra que o correto é elevar o giro do motor entre as rotações máximas de torque e potência para mudar para a próxima marcha. “Não há necessidade de acelerar tanto. E também não ajuda nada mudar as marchas com o motor trabalhando numa faixa de giros baixa demais, o que também aumenta o gasto de combustível.”

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Fonte: AutoEsporte

Use sempre o cinto de segurança

Posted on March 7, 2010
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George Carlin – Save the planet

Posted on March 3, 2010
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E o Rio de Janeiro continua lindo…

Posted on March 3, 2010
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Diariamente criticamos nossa cidade, mas isso deve ser corrigido: temos que criticar a população que faz pouco caso da bela cidade onde moramos… Olhando um vídeo desses é que me lembro porque amo minha cidade e difícilmente a trocaria por qualquer outra. Problemas todas as cidades tem, mas me mostre as cidades que tem essa beleza do vídeo abaixo em alta definição:

Obs: Indico assistir em full screen e em 720p (HD)

Indicação de um dos melhores blogs sobre o Rio de Janeiro

Tobby Entrevista – Niko, do GTA 4 e Capitão Nascimento

Posted on March 2, 2010
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Provérbio Chinês sobre a preocupação

Posted on February 28, 2010
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Honda City brasileiro é lançado no México com preço inicial de R$ 25.800 – Alguém me explica essa mágica?!

Posted on February 24, 2010
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A Honda lança no México o novo City. O sedan brasileiro, produzido na fábrica da Honda localizada em Sumaré – SP, chega ao mercado mexicano com apenas duas importantes diferenças: a primeira é a entrega mais equipamentos desde a versão de entrada e a segunda é o preço equivalente a menos da metade do cobrado no Brasil.
No México, todas as versões são equipadas com freios à disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, ar condicionado além dos vidros, travas e retrovisores elétricos. O motor é o mesmo que equipa a versão vendida no Brasil, ou seja, um 1.5 litro que entrega 116 cv de potência.
Por lá, a versão de entrada será oferecida por 197 mil pesos mexicanos, o que equivale a cerca de R$ 25.800. No Brasil, o City LX com câmbio manual (versão de entrada) que não conta com freios ABS, tem preço sugerido de R$ 56.210.
Mesmo lembrando que Brasil e México possuem um acordo comercial que isenta a cobrança de impostos de importação, fica a pergunta: Como é possível um carro fabricado no Brasil ser vendido, com lucro, por menos da metade do preço em outro país?

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Fonte: Carplace

Vamos ao bar?

Posted on February 21, 2010
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Quer sair para beber com os amigos? Sua namorada/esposa não deixa? Na Argentina tem solução!

Você é branco? Que azar, hein?

Posted on February 21, 2010
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Hoje, tenho eu a impressão de que o “cidadão comum e branco” é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afro-descendentes, homossexuais ou se auto-declarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio e um afro-descendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.

Os índios que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado.. Menos de meio milhão de índios brasileiros – não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios, que pretendem ser beneficiados também – passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.
Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.

Aos “quilombolas”, que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afro-descendentes em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências (algo que um cidadão comum jamais conseguiria!)

Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse “privilégio”, porque cumpre a lei.

Desertores, assaltantes de bancos e assassinos que, no passado participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para “ressarcir” aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que é de perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?

Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.

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Fonte (Não confirmada): Ives Gandra da Silva Martins

Coldplay – Fix You (consertar você)

Posted on February 18, 2010
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When you try your best but you don’t succeed
Quando você faz o seu melhor, mas não tem sucesso
When you get what you want but not what you need
Quando você tem o que quer, mas não o que precisa
When you feel so tired but you can’t sleep
Quando você se sente tão cansado, mas não consegue dormir
Stuck in reverse
Preso ao contrário

And the tears come streaming down your face
E quando as lágrimas escorrem pelo seu rosto
When you lose something you can’t replace
Quando você perde algo que não pode substituir
When you love someone but it goes to waste
Quando você ama alguém, mas não dá certo
could it be worse?
Poderia ser pior?

Lights will guide you home
Luzes vão te guiar para casa
And ignite your bones
E incendiar seus ossos
And I will try to fix you
E eu vou tentar te consertar

And high up above or down below
Bem lá em cima ou embaixo
When you’re too in love to let it go
Quando você está tão apaixonado para se libertar
But if you never try you’ll never know
Mas, se você nunca tentar, nunca saberá
Just what you’re worth
exatamente qual é o seu valor

Lights will guide you home
Luzes vão te guiar para casa
And ignite your bones
E incendiar seus ossos
And I will try to fix you
E eu vou tentar te consertar

Tears stream down on your face
Lágrimas escorrem pelo seu rosto
When you lose something you cannot replace
Quando você perde algo que não pode substituir
Tears stream down on your face
Lágrimas escorrem pelo seu rosto
And I
e eu

Tears stream down on your face
Lágrimas escorrem pelo seu rosto
I promise you I will learn from my mistakes
Eu te prometo que aprenderei com meus erros
Tears stream down on your face
Lágrimas escorrem pelo seu rosto
And I
e eu

Lights will guide you home
Luzes vão te guiar para casa
And ignite your bones
E incendiar seus ossos
And I will try to fix you
E eu vou tentar te consertar

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Love U, baby

Laura Pausini – Incancellabile (Inapagável)

Posted on February 18, 2010
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A volte mi domando se
Às vezes eu desejo saber se,
vivrei lo stesso senza te
eu viveria do mesmo jeito sem você,
se ti saprei dimenticare
se eu saberia esquecer você.
Ma passa un attimo e tu sei
Mas passa um momento e você é,
sei tutto quello che vorrei
você é tudo aquilo que eu gostaria
incancellabile oramai
enfim… inapagável!

Sembrava un’altra storia che
Parecia outra história que,
il tempo porta via con sé
o tempo jogou fora com ele;
Tu non lasciarmi mai
Não me deixe nunca.
Tu non lasciarmi…
Não me deixe!
E più mi manchi e più tu stai
E quanto mais eu sinto falta de você, mas você está
al centro dei pensieri miei
no centro de meus pensamentos.
Tu non lasciarmi mai
Não me deixe nunca,
perché oramai sarai
porque até então você será
incancellabile
Inapagável.

Con la tua voce l’allegria
Com sua voz a alegria
che dentro me non va più via
que não parte de dentro de mim
come un tatuaggio sulla pelle
como uma tatuagem na pele.
Ti vedo dentro gli occhi suoi
Eu te vejo dentro dos olhos dos outros,
Ti cerco quando non ci sei
eu te procuro quando você não está lá,
Sulle mie labbra sento la voglia che ho di te
em meus lábios eu sinto a vontade que eu tenho de você.

Così profondamente mio
E assim tão profundamente meu,
non ho mai avuto niente io
eu nunca tive nada
Tu non lasciarmi mai
Não me deixe nunca.
Tu non lasciarmi…
Não me deixe!
E più ti guardo e più lo sai
E quanto mais eu olho pra você mais você sabe,
di te io m’innamorerei
que por você eu me apaixonaria
Tu non lasciarmi mai
Não me deixe nunca.
Tu non lasciarmi
Não me deixe!
non farlo mai perché
Nunca faça isso porque

Se guardo il cielo
se eu olhar no céu
io sento che sarai
sinto que você será
incancellabile oramai
Enfim… inapagável!

Tu non lasciarmi mai
Não me deixe nunca.
Tu non lasciarmi…
Não me deixe!

Incancellabile tu sei
Inapagável você é,
i miei respiri e i giorni miei
em minhas respirações e em meus dias
Tu non lasciarmi…
Não me deixe!

E si fa grande dentro me
E aumenta dentro de mim
questo bisogno che ho di te
esta necessidade que eu tenho de você
Tu non lasciarmi mai
não me deixe nunca
Tu non lasciarmi…
não me deixe!
E più mi manchi e più tu sei
E quanto mais eu sinto falta de você, mais você
al centro dei pensieri miei
está no centro de meus pensamentos!
Tu non lasciarmi mai
Nunca me deixe!
da sola senza te
sozinho sem você…

Ora e per sempre resterai
agora e sempre você ficará
dentro i miei occhi…
dentro de meus olhos…
incancellabile!
inapagável!

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For my beautilful baby :-)

Sem medo do passado (por FHC)

Posted on February 15, 2010
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O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária distorce o ocorrido no governo do antecessor, autoglorifica-se na comparação e sugere que se a oposição ganhar será o caos. Por trás dessas bravatas estão o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse: “O Estado sou eu.” Lula dirá: “O Brasil sou eu!” Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.

Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?

A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês…). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições. Como desconstruir o inimigo? Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo o que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.

Na campanha haverá um mote – o governo do PSDB foi “neoliberal” – e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social. Os dados dizem outra coisa. Mas os dados, ora, os dados… O que conta é repetir a versão conveniente. Há três semanas Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da Lei de Responsabilidade Fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobrás, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal. Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões, e junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado. Esqueceu-se dos investimentos do Programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao País. Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no País.

Esqueceu-se de que o País pagou um custo alto por anos de “bravata” do PT e dele próprio. Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI – com aval de Lula, diga-se – para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte. Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo o que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.

Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto “neoliberalismo” peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista. Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobrás, citado por Adriano Pires no Brasil Econômico de 13/1: “Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobrás produzia 600 mil barris por dia e tinha 6 milhões de barris de reservas. Dez anos depois produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela.”

O outro alvo da distorção petista se refere à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia. Os fatos são diferentes: com o real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo. De 1995 a 2002 houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.

Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa-Família), vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram num município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para Estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo. O Bolsa-Escola atingiu cerca de 5 milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outros 6 milhões, já com o nome de Bolsa-Família, englobando numa só bolsa os programas anteriores.

É mentira, portanto, dizer que o PSDB “não olhou para o social”. Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel para a realidade; o programa da aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa Toda Criança na Escola trouxe para o ensino fundamental quase 100% das crianças de 7 a 14 anos. Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje mais de 3 milhões de idosos e deficientes (em 1996 eram apenas 300 mil).

Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer.

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Por Fernando Henique Cardoso

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